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Fone multimídia Onbongo


Fone Multimídia Onbongo

Divirta-se! Maior liberdade de movimentos, ouça suas músicas preferidas onde e quando quiser!


Cor para o botão comprar


Saiba qual a melhor cor para o botão comprar


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Muitos lojistas e desenvolvedores sabem da importância que a cor dos botões call-to-action (os que levam à ação que se espera.) têm para o aumento da taxa de conversão de uma loja virtual e isso não é nenhuma novidade.
Mas qual é a cor que mais gera conversão?
Há algum tempo, tenho ouvido muitas pessoas afirmarem que a cor que mais converte views em cliques é o verde, porém, sempre me mostrei resistente à ideia de analisar um elemento da página de forma individual sem que fosse observado o todo.
Um dos mais importantes princípios da Gestalt diz que o todo é maior que a soma de suas partes. Mas o que isso quer dizer?
O botão é apenas um dos elementos da página e não deve ser avaliado separadamente, pois quando os elementos são vistos juntos, seu cérebro irá interpretar todo o conjunto ao mesmo tempo. (Faço um paralelo com uma música. Não se pode julgar uma música considerando apenas um instrumento, pois quando você a ouve, percebe todos os sons ao mesmo tempo.)
Sendo assim, como fazer pra que o botão trabalhe em conjunto com os demais elementos visuais da página para gerar mais cliques?
Foi exatamente essa pergunta que o pessoal da Hubspot fez e para atestar a eficácia do botão verde, elaboraram um teste A/B em uma situação real para saber se o verde realmente gerava mais conversão.
As cores escolhidas para o teste foram o verde e o vermelho por serem opostas. O verde carrega consigo a conotação de “Siga” enquanto o vermelho simboliza o “Pare”.
Qual a sua opinião?
Qual gerou mais cliques?
Note que a única coisa diferente nas duas páginas é a cor do botão. Textos e diagramação foram mantidos exatamente iguais tanto numa quanto na outra.
Talvez você se surpreenda com o resultado, mas após 2.000 views, o botão vermelho recebeu 21% mais cliques que o verde.
É isso mesmo! Apesar do peso negativo que a cor traz, ela fez com que o número de usuários que efetuaram o cadastro aumentasse em quase ¼.
Não se sabe exatamente os fatores que levaram ao aumento significativo da conversão para quem visualizava o botão vermelho, mas repare na quantidade de verde que há na página comparado com a quantidade de vermelho.
Há muito mais verde na página (alguns inclusive com o mesmo tom do botão), isso fez com que o botão verde ficasse camuflado, enquanto o vermelho se destacava.
Isso significa que a cor ideal para o botão call-to-action é aquela que é imediatamente percebida na página de forma que o usuário saiba onde precisa clicar sem ter que procurar ou mesmo pensar. Por isso, para destacar o seu botão escolha cores que chamem a atenção, com bastante contraste com os demais elementos do site, em um tamanho que seja fácil de localizá-lo e, acima de tudo, faça testes A/B para se certificar que você realmente fez a escolha certa.
Fonte:e-commercenews

Consumidor blindado


SERASA E RECLAMEAQUI LANÇAM O SERVIÇO CONSUMIDOR BLINDADO.





Em parceria com o ReclameAQUI, a Serasa Experian desenvolveu o Consumidor Blindado, um serviço que fornece informações sobre a ocorrência de protestos, cheques sem fundo, ações judiciais, endereço, telefone, participação societária, faturamento, falências e a existência legal da empresa consultada.
Segundo a Serasa, através do site www.consumidorblindado.com.br, o consumidor poderá fazer a consulta ao clicar na opção do serviço e preencher um cadastro com suas informações pessoais, como requer um processo de compra on-line, mediante senha de acesso. Para tanto, será necessário ter o número do CNPJ da empresa a consultar.
Na opinião do presidente da Serasa Experian, Ricardo Loureiro, a nova solução cria uma interação e uma relação de proximidade entre consumidor e empresa. “Vai permitir aos usuários complementarem suas pesquisas, verificando também a reputação financeira da empresa antes de fechar negócio. Da mesma forma que as companhias avaliam as informações cadastrais e as referências de seus compradores, estes ganham uma ferramenta confiável para saber quem é o prestador”, garante o presidente.
Dados do levantamento realizado pelo ReclameAQUI, apontam que 81% das queixas registradas seriam evitadas se o cliente tivesse acesso à reputação das empresas, antes de realizar a compra e pagar por algum produto ou serviço. “O motivo que aproximou o ReclameAQUI da Serasa Experian foi a oportunidade de poder dar mais uma opção ao consumidor de se proteger na hora da compra. O cruzamento das reclamações de milhares de usuários do site com os dados da Serasa Experian deve diminuir em 50% os problemas dos consumidores que consultarem um CNPJ por meio do novo serviços”, afirma o presidente do ReclameAQUI, Mauricio Vargas.
Maria Zanforlin, superintendente de Serviços ao consumidor da Serasa Experian, partidária da mesma opinião, reforça ainda que o conhecimento é fundamental, principalmente quando há necessidade de desembolso antecipado. “Como nos casos de compra de pacotes de viagem, contratação de buffets, organização de eventos, serviços de filmagens, fotografias, por exemplo. O investimento do comprador para realizar as pesquisas é pequeno se compararmos com o prejuízo que uma compra às cegas pode representar”, complementa a executiva.
Fonte: e-commercenews


Nossa cultura digital


Nossa cultura digital e o crescimento do e-commerce



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O ano de 2013 começa com boas perspectivas para o e-commerce nacional. Uma pesquisa desenvolvida pela consultoria italiana Translated prevê que o mercado brasileiro de vendas online será o quarto maior do mundo em 2016, ultrapassando a França, o Reino Unido e a Alemanha nos próximos anos. Isso só será possível graças a cultura de internet que temos e ao tamanho continental que possui este país. E claro, ao gradativo aumento de renda da população.
Diversos estudos nacionais e internacionais apontam o Brasil como um dos países mais adeptos das redes sociais. De certa forma, elas foram responsáveis por inserir grande parte da população, sobretudo da classe C, no universo digital. Portanto, mais do que o aumento da renda ou da popularização dos computadores e do acesso à internet, a grande responsável pelo crescimento presente e futuro do e-commerce é a maneira como lidamos com essa tecnologia.
Este deve ser um ano cheio de possibilidades para o mercado. O constante aumento de reclamações das empresas de internet sobre a falta de qualificação profissional é a prova de que o segmento do varejo online tem planos de expansão para os próximos anos. O surgimento de cursos voltados para área é outro atestado deste crescimento.
As lojas online não podem perder oportunidades ficando estagnadas de um ano para o outro. As tecnologias mudam constantemente e oferecem novas oportunidades de realização de negócios. O v-commerce, ou seja, vídeos para lojas virtuais, apesar de já estarem disponíveis em algumas delas, deve se intensificar ainda mais em 2013. Afinal, o conteúdo mais acessado na internet são os vídeos.
Com o número crescente de startups espalhadas pelos quatro cantos do país, aliado a quantidade de dispositivos móveis vendidos a cada ano, os aplicativos de lojas virtuais e de outras ferramentas como comparadores de preços devem se tornar cada vez mais populares. A tendência é que essas aplicações sejam mais interativas e informativas, além de um meio prático e eficiente para a realização de compras.
A chegada da Amazon ao país também força o aumento da qualidade de infraestrutura e atendimentos dos e-commerces nacionais. Por enquanto, a empresa comercializa apenas livros digitais, mas quando passar a vender eletrônicos vai causar um grande impacto no mercado.
A tendência para 2013, portanto, é se adaptar às novas linguagens e tecnologia e criar novos modelos de negócio para crescer e vender mais. Que a previsão de 2016 se cumpra!

Fonte: Ecommercenews

Dicas para varejo online


Executivo dá dicas para o varejo online impulsionar as vendas em janeiron linkedin


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Assim como acontece no varejo tradicional, janeiro é também um mês de ofertas no comércio eletrônico. Segundo Flavio Inacio, gerente de e-commerce da Eletrônica Santana, investir em ações promocionais nesta época do ano é uma estratégia válida, pois, além de garantir movimento e não apenas atração, ainda é uma ótima oportunidade para fidelizar os clientes. “É preciso se preparar para uma possível diminuição no tráfego do site e nas vendas nessa época. Porém, não é preciso se desesperar, lojista! Existem muitas estratégias diferentes para as empresas ‘sobreviverem’ no verão”, garante o executivo.
Segundo ele, criar uma oferta que dure todo o verão é o primeiro passo, assim como manter o site e estoque atualizados. “As ofertas devem acima de tudo alinhar qualidade, criatividade e inovação, pois é isso que o cliente busca e merece, independente da estação do ano.  No entanto, o período também pode ser uma boa hora para uma análise da plataforma. Remover produtos indisponíveis, atualizar informações, renovar o layout da homepage são algumas boas ações para serem efetuadas neste início de ano”.
Conteúdo original e de qualidade, também são importantes, e, porque não dizer, fundamentais no ranking do site perante as ferramentas de busca, por isso, segundo Flavio, reformular o SEO do site é também uma boa dica. “Aproveitar a diminuição do tráfego para analisar as palavras-chaves é uma ótima estratégia”, reforça.
Já para os compradores, o executivo traz algumas dicas importantes na hora da compra.
Atenção para a descrição do produto: como no e-commerce não existe o contato físico com a mercadoria, as descrições são fatores imprescindíveis para a decisão de compra. “Texturas, medidas, peso, etc, devem ser esclarecidos na descrição. Se ainda assim houver dúvidas, o ideal é ir até uma loja física antes de realizar a compra”;
Prazo de entrega: os prazos são relativos, já que para cada compra são analisados fatores distintos. O tempo é calculado a partir do retorno de pagamento das instituições financeiras e de entrega da transportadora. Por isso, algumas entregas variam de dois a 30 dias úteis. “Para não correr o risco de não receber o produto, verifique o horário e previsão de entrega da empresa. Muitas lojas disponibilizam no site o acompanhamento do pedido, que pode ser essencial para evitar dores de cabeça”;
Nota Fiscal: disponibilizar a nota fiscal é imprescindível. Para o consumidor, essa é a garantia, depois de efetuada a compra e que assegura seus direitos. “Em caso de trocas, por exemplo, a nota fiscal é o primeiro documento a ser exigido, já que comprova a existência do ato comercial”.
Fonte: Ecommernews

QR-Code

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http://www.eurecashop.com.br

Carrefour diz: Até mais, e-commerce.



Carrefour diz: Até mais, e-commerce




O Carrefour.com.br, unidade de comércio eletrônico do Carrefour Brasil, encerrou hoje (7) suas atividades, como parte do plano de reestruturação da empresa.
“O Grupo Carrefour anuncia hoje, 7 de dezembro, a decisão de suspender suas atividades no segmento de e-commerce, em continuidade ao plano de reestruturação adotado com sucesso há mais de dois anos”, disse, em nota, a empresa.
Ainda de acordo com o comunicado, que pode ser visto na home page do portal (www.carrefour.com.br),  a empresa arcará com todas as entregas de pedidos realizados e diz que mantém seu compromisso com os mais de 25 milhões de consumidores que possui. “O Grupo Carrefour Brasil ressalta seu compromisso com os mais de 25 milhões de consumidores que atende mensamente e honrará com todas as entregas de produtos referentes às compras realizadas no site, bem como demais suportes que seus clientes venham precisar”, explica a empresa.
O Carrefour.com.br entrou para a história do comércio online brasileiro como um dos projetos mais ambiciosos do e-commerce nacional. Demandando um orçamento inicial em torno de R$ 50 milhões, a operação levou cerca de sete meses para ser concluída, e seriautilizada de modelo para toda a América Latina.
Os maiores parceiros tecnológicos eram a IBM (integrador, PMO e hosting), Accurate (desenvolvimento de website e gerenciamento do ambiente), Uniconsult (ERP), ISS (segurança da informação), Braspag (gateway de pagamento), Clearsale (prevenção de risco), Linux (sistema operacional), Oracle (banco de dados), Weblogic (servidor de aplicação), Intel, Cisco (equipamentos de rede) e CheckPoint (firewall).
Além de contar com fornecedores de grande porte, parte da estratégia da companhia envolvia uma equipe dedicada a redes sociais e criação de conteúdo, como vídeos informativos sobre produtos. Além dos tradicionais itens de informática e eletrônicos, o Carrefour oferecia ainda mercadorias de cama, mesa e banho, utilidades domésticas, lazer, beleza e saúde. No total, a operação contava com um sortimento superior a 80.000 itens.