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Cibercriminosos criam nova modalidade de crime virtual

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Assim como está se popularizando o modelo de “software as a service” (do inglês, software como serviço), uma nova modalidade de crime virtual começa a ser adotada, criando o “malware as a service” e fazendo enormes fortunas para os criminosos da Internet.
Uma pesquisa realizada pela equipe de pesquisas da Trustwave a respeito de recentes ações do crime virtual envolvendo o kit de malware Magnitude, detectou que, em um único mês (maio), esta nova modalidade de ataques foi utilizada para comprometer mais de 210 mil computadores e expor ao ataque mais de 1,1 milhão de endereços IP em todo o mundo – incluindo-se aí o Brasil e vários países da América Latina. O estudo foi comandado pelo Vice-presidente de Pesquisas em Segurança da Trustwave, Ziv Mador.
A Trustwave detectou também que tais ataques renderam entre US$ 60 e US$ 100 mil por semana para os atacantes, o que torna o estratagema altamente lucrativo.
O Magnitude veio substituir outros kits mais antigos – principalmente o Blackhole, muito utilizado até a prisão de seu mantenedor, o criminoso conhecido como Paunch, no final do ano passado. Mas diferentemente do Blackhole e outros kits da mesma geração, o Magnitude não pode ser alugado nem comprado no mercado negro.
Tudo o que os criminosos podem fazer é adquirir uma “assinatura de uso” do kit para seus ataques, oferecendo, como pagamento, uma porcentagem das máquinas-alvo para que a gangue principal, controladora do malware, possa explorá-las como vítimas. Em geral, os “usuários” do Magnitude repassam de 5% a 20% das máquinas vítimas aos donos do sistema malicioso, e estes podem, então, infectá-las livremente com os malwares de sua escolha.
“Neste modelo, os criminosos ‘clientes’ têm a tarefa de direcionar o tráfego das máquinas infectadas para as páginas de aterrisagem (do inglês, “landing pages”) do Magnitude e o benefício para a gangue principal é, portanto, o de ter um grande universo de vítimas para infectar com o mínimo esforço, afirma Ziv Mador.
Para acessar as ferramentas de ataque, a quadrilha intermediária precisa ser apresentada aos controladores do Magnitude por outros criminosos já conhecidos, sempre através de canais clandestinos. Tudo isto torna extremamente difícil a identificação da origem dos ataques para o desmantelamento das gangues.
Uma vez celebrado o acordo entre os grupos criminosos, os proprietários do Magnitude passam a distribuir “ransomwares” (malwares que fazem o ‘sequestro’ do acesso a documentos ou códigos de aplicações) para as máquinas das vítimas. Tais ransomwares criptografam as informações na máquina do usuário utilizando chave criptográfica forte que, caso o usuário não tenha um backup recente, ele será obrigado a pagar para ter de volta o acesso a seus arquivos.
Para adquirir esta liberação é preciso efetuar um pagamento ao atacante através de moeda digital (como os Bitcoins).
Os principais alvos de ataque são os EUA, com  cerca de 338,44  mil tentativas de infecção. Em seguida vem a França, com cerca de 75,52 mil tentativas e o Irã, com cerca de 69,51 mil.
Vários países na América Latina sofreram tentativa de infecção, sendo que a Argentina apresentou cerca de 42,08 mil ocorrências; o Brasil, cerca de 32,93 mil; o México teve em torno de 25,71 mil tentativas; o Peru, cerca de 14.94 mil; a Venezuela, cerca de 12,30 mil e a Colômbia, 8,81 mil tentativas de infecção.
Mesmo sendo o mais atacado, os EUA foram o país com menor taxa de sucesso para os criminosos, com apenas 9% dos ataques sendo convertidos em infecção, parcela idêntica à da França.
As maiores taxas de sucesso para ataques com o kit Magnitude (com o maior número de máquinas infectadas em cada tentativa) ocorreram no Vietnã, com taxa de 68% e no Irã, com 43%. Mas a Argentina vem na sequência, com 32%; seguida pelo Peru, com 31%. O Brasil divide o oitavo lugar em infecções por ataque, com 24% de conversões, enquanto a Venezuela atinge 23%. Não há estatística sobre o México nesse quesito específico.
Outra revelação da Trustwave é a que há indícios de o kit Magnitude ser controlado por um único grupo de criminosos de língua russa (sejam baseados ou  não na Rússia), cujas receitas anuais com este produto já ultrapassam,  presumivelmente, a casa dos US$ 3 milhões.
De acordo com Thiago Musa, Gerente da Trustwave para a América Latina, os dados relativos ao Magnitude e às principais ameaças digitais em todo o planeta estão incluídos no relatório Trustwave Global Security Report Online, o primeiro painel estatístico de segurança da informação com atualização online.
Fonte: E-Commerce News








O marketing direcionado à geração Z

 

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Comumente concordamos que a modernidade tem alcançado grande influência no comportamento das pessoas, o próprio e-commerce é prova disso. E, diante dessa realidade, surge uma nova geração, a que já nasceu conectada.
Falamos da geração Z, composta por jovens de até 19 anos, que se caracteriza por uma nova geração de consumidores, completamente propensa a negociações virtuais. Eles podem até não consumir seus produtos ainda, mas seu comportamento irá inspirar grandes mudanças no marketing de seu e-commerce em breve, acredite.
Nos EUA, a geração Z já compõe mais de um quarto da população, 25,9%; e no Brasil a tendência de jovens super conectados não está muito distante. Mas, como conquistá-los?
Seja “encontrável”: A geração Z sabe onde e como achar informações. Segundo informações do portal Marketo, 52% usam o YouTube para encontrar o que desejam. Nesse sentido, além de boas campanhas de SEO, esteja no YouTube e, trabalhe para despertar a curiosidade deste público.
Apoie causas sociais: A geração Z deseja fazer a diferença no mundo, sendo eles voluntários (26%) e engajados em causas humanitárias de impacto mundial. Trabalhando a sua marca neste sentido, de apoio a causas sociais, produtos com conotação ambiental e consciência reciclável, a chance de atraí-los aumenta.
Seja atrativo: A geração Z caracteriza-se por ser multiscreen, ou seja, “telas múltiplas”, dispensando pouca atenção para um único assunto. Este grupo está ligado, inteirado sobre vários temas, e com acesso a dispositivos diferentes. Para conquistá-los, chame a atenção, especialmente, através da comunicação visual com mais imagens e menos texto.
Aposte em experiência construtiva: Facebook e Instagram são as mídias favoritas deste público. E, nessas mídias, estão à procura de experiências construtivas, que lhe agreguem interatividade, entretenimento e conhecimento. Diante disso, torne seus canais sociais interessantes para a geração Z.
Um e-commerce de sucesso, com visão de crescimento, deve conhecer muito bem o seu público. Se o seu alvo é a geração Z, prepare-se! Eles estão chegando! Boas vendas!
Fonte: E-Commerce News

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Interior do estado de SP é uma das regiões que mais consomem online no país


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O estado com o maior PIB do país não concentra todas as suas riquezas apenas em sua capital. Conforme aponta uma pesquisa promovida pela Conversion, empresa especializada em SEO, o interior de São Paulo é uma das regiões que mais consomem em lojas virtuais no Brasil, além de apresentar um dos maiores tickets médios do país: R$ 292,47.
O levantamento, realizado com base em mais de 100 milhões de visitas a lojas de comércio eletrônico nos últimos doze meses, apontou Campinas como a cidade do interior que detém o maior faturamento comparativamente à capital, 9%. Logo em seguida, aparecem Santos (5%), Ribeirão Preto e Barueri (4%) e São Bernardo do Campo, Guarulhos e Presidente Prudente (3%).
Com relação ao ticket médio, a cidade do interior que apresenta o maior valor é Barueri, com R$ 326,55; seguida por Carapicuíba, com R$ 282,40; Bauru, R$ 275,48; e Guarulhos, R$ 271,47. Barueri também é a líder em taxa de conversão, com 1.56%, acompanhada por Presidente Prudente (1.17%) e Bauru/Guarulhos (1.12%).
Para Diego Ivo, CEO da Conversion, o alto poder aquisitivo no interior de SP aliado a maior confiança dos consumidores em adquirir produtos online estão fortalecendo o e-commerce nessa região: “Além disso, as pequenas e médias lojas virtuais, assim como as lojas de nicho, também estão impulsionando as vendas online consistentemente”, completa.
Fonte: E-Commerce News

Infográfico: mapa do comércio eletrônico brasileiro

Conversion analisou mais de 100 milhões de visitas em lojas virtuais para realizar estudo; confira
As lojas virtuais brasileiras devem receber, até o final do ano, 12,8 bilhões de visitas e 133,3 milhões de pedidos. As previsões estão no Mapa Conversion do E-commerce no Brasil, estudo realizado pela Conversion.
A empresa brasileira especializada em SEO também constata que a taxa de conversão média das plataformas de e-commerce ficará em 1,04%, enquanto o ticket médio será de R$ 292,47.
O Sudeste é a região do País com mais visitas (66,8%), seguida pelas regiões Sul (14%) e Centro Oeste (11,1%).
Mas, em termos de taxa de conversão, o Mato Grosso é o estado campeão, com 1,3%.






Na Internet, não tem almoço de graça: oito dicas para usar a estratégia do grátis

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Segundo Chris Anderson, autor do livro “Free: The Future of a Radical Price”, quando alguém te dar alguma coisa grátis, significa que o produto, é você. É a velha história do “não existe almoço grátis”. Mas a Internet trouxe uma nova percepção sobre coisas gratuitas. Tanto do ponto de vista das empresas quanto dos consumidores.
Do ponto de vista do consumidor, se você não é “daquela época”, deixa eu te contar como eram as coisas há alguns anos atrás: tudo pago, meu amigo. Quando ganhávamos amostrinha grátis de alguma coisa era uma felicidade. Sábado no supermercado era um acontecimento. Ficávamos torcendo pra ter lançamento de produtos e poder provarmos um monte de coisas sem pagar. Lembro de uma sorveteria perto de casa que o “moço” dava uma pazinha pra gente experimentar um ou dois sabores antes de decidir. Ninguém pedia cadastro por isso.
Aí veio a Internet. No começo davam acesso grátis, hospedagem de páginas grátis, blog grátis, e-mail grátis. Que cadastro que nada. Você preenchia qualquer coisa e pronto. Nem validavam CPF, nem pediam telefone pra te enviar um código.
Hoje a coisa está uma beleza pra quem não quer mexer no bolso. Você pode fazer anúncios grátis, enviar SMS grátis e até fazer chamadas telefônicas de graça. Tem games grátis, aplicativos grátis, eventos grátis, cursos grátis, jornais grátis, revistas grátis e livros grátis. Até filmes e músicas grátis!
Isso tudo sem falar dos softwares Open Source (de código livre). Tem plataforma de e-commerce grátis, ERP grátis, CRM grátis, editores de imagens, textos e planilhas. Tudo grátis.
Do ponto de vista das empresas, as que não souberem lidar com essa cultura do grátis, podem se complicar. Veja abaixo algumas dicas:
1 – Sua empresa não é obrigada a dar nada de graça. A não ser que você tenha faltado àquela aula no colégio, que o professor explicou sobre oferta e demanda. Se você tem um produto de qualidade e as pessoas estão pagando por ele, porque dar?
2 – Se for dar alguma coisa de graça, peça algo em troca. Um cadastro, um cookie, uma foto, uma opinião, uma curtida, uma postagem, um comentário, um endereço de email, um número de telefone, um percentual sobre as vendas, um questionário, um perfil comportamental.
3 – Se prepare para ouvir exigências e reclamações absurdas. Quanto mais você oferecer, mais irão exigir. Se você der uma bolacha, vão querer um sanduíche. Se você der um sanduíche, vão querer um jantar e por aí vai. E acredite, algumas pessoas vão até reclamar que você está dando coisas de graça, por isso releia a dica 1.
4 – Você vai atrair todo tipo de gente. Para evitar os “curiosos” crie filtros e faça validações nos formulários (CPFs, CNPJs, telefones, CEPs, etc). Em média, 40% do público que você atrai quando oferece algo de graça, não faz o menor sentido para seu negócio. Apenas 10 a 30% comprará algo de você.
5 – Ofereça algo que realmente faça sentido. Dar coisas ruins só porque é de graça, pode até jogar contra a imagem da empresa. Nós, internautas sentimos de longe o cheiro de “enganação” e vamos contar pra todo mundo nas redes sociais. Se não tem algo relevante para oferecer de graça, siga a dica 1.
6 – Deixe as regras claras desde o princípio. Até onde vai o grátis? Tem prazo de validade? Quantos clientes consigo cadastrar? Qual o tamanho do espaço em disco? Oferece suporte técnico?  O ideal é colocar uma tabela comparativa entre o que é grátis e o que e pago.
7 – Cuidado com a política de privacidade. Descreva detalhadamente como as informações coletadas serão utilizadas.
8 – Capture a permissão. Se a ideia é coletar e-mails, capture a permissão das pessoas. É o chamado opt-in (aquela caixinha que diz: “quero receber ofertas e notícias sobre a empresa XPTO…”)
A cultura do grátis ganha cada vez mais força. Se você vai entrar nessa, não deixe de fazer um planejamento detalhado sobre como ganhar dinheiro com isso. Afinal, não existe almoço grátis!
Fonte: e-commercenews -