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Justiça de São Paulo suspende quatro sites de comércio eletrônico



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A Justiça de São Paulo ordenou ao CGI (Comitê Gestor da Internet) a remoção do endereço eletrônico de quatro lojas on-line: Superjogada, Aginew Magazine, Agitécnica e Dias Magasine. As lojas, que pertencem à empresa Agitécnica, foram acusadas de vender e não entregar as mercadorias, as quais possuíam preços muito abaixo dos praticados pela concorrência.
“Preços bem mais baixos que os encontrados no mercado atraíam os consumidores para a compra de eletroeletrônicos como TV, câmeras fotográficas e equipamentos de som, entre outros produtos”, afirma a Proteste, responsável pela ação movida contra a Agitécnica.
Na concessão da liminar, o juiz Guilherme Madeira Dezem, da 44ª Vara Cível do Fórum Central de São Paulo, justificou a retirada do ar dos sites diante “do risco de dano irreparável ou de difícil reparação, pois permitir que os sítios eletrônicos continuem ativos corresponde, em termos práticos, a permitir com que a conduta dos réus se perpetue no tempo e traga, dessa forma, prejuízo a um número indeterminado de pessoas, dado o livre acesso, o que, em sede de cognição sumária, não é razoável”, explica Dezem.
Já os sócios da Agitécnica foram impedidos de criar outras lojas virtuais enquanto não solucionarem os problemas dos clientes que não receberam as mercadorias.

Lojas de informática possuem a maior taxa de abandono de carrinhos

E-Commerce News

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A taxa de abandono de carrinhos em lojas de informática chega a 83% no e-commerce brasileiro, segundo um estudo divulgado pelo IBOPE e-commerce, em setembro deste ano. O percentual é o maior entre os dez setores analisados pela pesquisa.
Na sequência aparece o setor de vestuário e calçados, cuja taxa atinge 80%. Nos sites de produtos para casa e decoração, esse índice é de 76%.
Entre os setores pesquisados pelo IBOPE e-commerce, a categoria escritório e papelaria é a que apresenta menor taxa de abandono do carrinho de compras: 65%.
O diretor executivo do IBOPE e-commerce, Alexandre Crivellaro, ressalta que um dos motivos para o abandono é a análise do preço e logística para entrega do produto. “Muitos consumidores chegam até o carrinho para verificar se, com o acréscimo do frete e o prazo de entrega, a compra online permanece ou não mais vantajosa que a compra na loja física”, explica.
Fonte: E-Commerce News




Nós, os Fenícios do Social Commerce!


fenicios social commerce

Você ainda pensa que o mundo digital é apenas feito de ídolos do Instagram, de Harlem Shakes, de lek leks, de pessoas jovens e bonitas do Pinterest ou das estrelas do YouTube? Deseja saber o futuro? Puxe o estilingue do passado, volte às praças fervilhantes de 3.000 A.C., onde comerciantes de vanguarda registravam em placas de barro cada compra e cada venda. Com vocês, os Fenícios, que nos deram a escrita e o alfabeto. Patronos da arte de vender, nos ensinaram o justo comércio.
Na superabundância, vivemos o paradoxo da saturação e da escolha? Em um cenário de hipercompetição global, explosão de criatividade, múltiplas escolhas, uber conectividades com pitadas de obsessão da mobilidade da geração dos distraídos, somos os novos navegadores Fenícios.
Voltamos a vender produtos personalizados como nas praças do Egito? Os Gregos usavam cadernetas de papiro, nós, os piratas do comércio do século XXI, usamos a Big Data? Como na Babilônia e seus produtos exclusivos, usamos as impressoras 3D em uma releitura na era digital? Como na época no Império Romano, as empresas são grandes redes de comércio? Ou somos comerciantes da Índia e inovando no comércio com suas manadas de elefantes?
Com a obsessão pela mobilidade e os superpoderes que a revolução móvel nos deu, somos superconsumidores! Com um dedilhar, informações instantâneas, controle absoluto, escolha total e personalização de experiências O2O (online to offline). Podemos ser exigentes a ponto de escolher tudo da maneira que desejamos.
Estamos mensurando o mundo. Algoritmos complexos definem promessas da ciência, campanhas políticas e compras em supermercados.
Marcas, empresas e instituições com cabeça do século passado terão que fornecer informações instantâneas, trabalhar no long tail da escolha total, com clientes exigindo personalização, relevância e transparência radical.
Ainda não entendeu o Big Data? É simples assim; analisar interações e transações, entender os dados e tomar a decisão para gerar mais experiência, produtividade, consumo, novos produtos e serviços.
Mais conexão + relevância + escolhas = big data
No e-commerce, empresas inovadoras usam o marketing de relacionamento e os dados para construir lealdade dos clientes, conquistando os prospects. Informações transacionais e demográficas maximizam o relacionamento com os clientes e as margens de lucro. O desafio é que a maioria dos dados não são estruturados, provenientes de mídias sociais, linhas de consumo e transações em diversos canais.
Coloque nesse caldeirão a “fábrica democrática”. Os otimistas do mundo digital chamam de “era da democratização da manufatura”. Com a impressão 3D, abre-se a oportunidade para pequenos empreendedores industriais. É a nova geração do design individualizado, do produto instantâneo, do fatto à mano italiano ou, como nós brasileiros falamos, “feito lá em casa”. Em Nova York, lançou-se a fábrica do futuro. Em um galpão de 2.300 metros, dezenas de impressoras 3D encontram os novos criadores da indústria do século XXI e os consumidores no caldeirão do crowdsourcing.
Social Commerce, Social Location, Big Data, Impressão 3D ainda não o convenceram de que o futuro chegou?
Bem-vindo à era dos negócios em rede. No mercado atual, não existe centro, existe rede. Os negócios estão interligados.
Durante mais de um século, as teorias de administração e estratégia nos ensinaram que a empresa está no centro do mercado. As teorias de Peter Drucker, talvez o maior pensador de gestão do século XX, nasceram do estudo que fez da organização interna da General Motors em 1943, e desse estudo surgiu o livre conceito de corporação, que até hoje norteia o estudos de administração de empresas.
Nos dias de hoje, o professor Yoram Wind, da escola de negócios de Wharton, nos Estados Unidos, mostra que os conceitos de Drucker estão perdendo força, uma vez que a empresa não está mais necessariamente no centro. Quando um banco quebrou, em 2008, o sistema financeiro mundial entrou em colapso.
A era das redes significa uma nova forma de compreender a dinâmica dos negócios e do trabalho. Exige uma nova forma de pensar dos profissionais. É preciso pensar em inovação coletiva, em jogar uma ideia preciosa para ser desenvolvida em comunidade.
É preciso aprender a fazer gestão do conhecimento que está fora da empresa e que melhora as decisões corporativas. As companhias imploram por pessoas que entendam a liderança baseada em rede – que sejam capazes de construir uma estrutura de relacionamentos, que saibam como acessar informações e pessoas.
A era das redes exige uma atitude ousada. Profissionais devem entender que a cooperação pode substituir a competição em negócios em redes. Devem ser capazes de enxergar alianças lucrativas com o concorrente mais feroz. Devem saber lidar com um consumidor que tem voz – e que se manifesta.  As redes estão aí, mas as pessoas têm dificuldade de compreendê-las. Estamos acostumados a enxergar as empresas, mas ainda engatinhamos no entendimento dessas comunidades online.
Vivemos como a manjada fábula dos cegos e do elefante, aquela em que um príncipe indiano chama três deficientes visuais para apalpar três diferentes partes de um elefante. Sem poder compreender o todo, cada cego diz que tocou um diferente objeto, mas nenhum conclui que era um animal.
Os negócios em rede são como um elefante. Cada um compreende um pedaço, de acordo com as percepções pessoais de mundo. Como ninguém sabe tudo, devemos mixar experiências e imaginar novos modelos de negócios no século XXI. O que você deseja ser? Um novo príncipe dos negócios em rede, um cego perdido na corrente digital ou um elefante incompreendido? Está em suas mãos.
Um observador dos Fenícios muitos séculos depois disse: “O comércio é o grande civilizador. Trocamos ideias quando trocamos tecidos”.
Não use velhos mapas para descobrir novas terras e, como diria o navegador do espírito humano, Nietzsche, “Logo que, numa inovação, nos mostram alguma coisa de antigo, ficamos sossegados.”
Fonte: e-commercebrasil

Comprar remédios pela internet custa menos do que nas farmácias tradicionais, afirma pesquisa



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Comprar remédios pela web custa 16% menos do que em farmácias tradicionais. A constatação é da pesquisa de preços feita pelo Cliquefarmasite gratuito para comparação de preços de produtos de saúde, com uma mostra de dez medicamentos, em que foi avaliado diferenças de valores entre o varejo físico e on-line da mesma rede.
O levantamento, realizado com a Drogaria São Paulo, Droga Raia, Drogasil e Onofre, sem levar em consideração as variações registradas entre redes concorrentes, comparou os preços publicados nos sites das redes e os aplicados em lojas na cidade de São Paulo, no dia 15 de julho. Nas lojas físicas, os preços com e sem carteirinha de desconto foram respectivamente 16% e 45% acima dos aplicados na loja virtual da mesma rede.
Quando comparado o preço aplicado para os clientes munidos de carteirinha de desconto, oito medicamentos foram registrados com menor valor na internet, um com o mesmo preço e outro com valor superior. Sem o desconto, todos os preços das farmácias eram superiores aos da loja on-line. “Comprar na farmácia equivale a pagar uma taxa de urgência para usufruir de um produto. Se o consumidor planejar a compra de medicamentos, obterá uma economia significativa” garantem Ângelo Alves e Cézar Machado, do Cliquefarma.
O relatório apontou ainda que as compras on-line são isentas de taxa de entrega para valores entre R$ 20 e R$ 100, conforme a loja.
Fonte: E-Commerce News

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Luciene Assumpção

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Cada vez mais as pessoas estão conectadas e postando no Facebook, Twitter, Instagram e outros tudo o que acontece em suas vidas. Privacidade já não existe mais, é coisa do passado. Vivemos em um verdadeiro “Big Brother”.
A tecnologia nos permite estar presentes em qualquer lugar do mundo, a qualquer hora, sem que tenhamos que nos deslocar fisicamente. Temos acesso a informações pessoais de quem nem conhecemos direito, que há poucos anos só saberíamos por meio de um contato mais íntimo. A própria intimidade, aliás, está cada vez mais distante. Atualmente, podemos ver casais conversando por meio do smartphone no mesmo ambiente, ou cada um postando em seu perfil de rede social.
Se você se reconheceu nesse cenário, não se preocupe. São 2 bilhões de pessoas conectadas em todo o mundo. A verdade é que o acesso à tecnologia facilitou a vida de todos. Usamos as redes sociais para pesquisar alguma coisa, manter o papo em dia, reclamar, desabafar, etc. Utilizamos, também, para fazer compras on-line.
A questão é: será que vamos viver em mundo cada vez mais virtual? As pessoas ficaram mais práticas e rápidas, porém mais distantes, menos sociáveis. Haverá um limite entre o real e o virtual ou a mistura de ambos os mundos aumentará gradativamente?
Ao mesmo tempo em que o real passa a ser diariamente mais cibernético, há também um movimento na Internet que vem na contramão. Sites e startups se superam com novas ideias para tentar fazer a vida virtual mais próxima da real. Já é possível, por exemplo, pedir comida pela Internet ou, até mesmo, negociar o valor de uma compra de um produto ou serviço da mesma forma que fazemos em uma loja física, aquela pechincha que só era possível pessoalmente com o vendedor.
Esse caminho, no qual o real se mistura com o virtual enquanto o cibernético passa a ser mais físico, não tem volta. Da mesma forma que uma criança de dois anos brinca tranquilamente com um tablet, o virtual vai se transformando em natural. Basta nos adaptarmos a isso. Concorda? Compartilhe no Face!
Fonte: E-Commerce News



Minha nova Loja Virtual: estou comprando gato por lebre?

 

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Empresas fornecedoras de plataforma para e-commerce investem pesado em Marketing e com isso conseguem montar uma “máscara” nas aplicações normalmente antigas e com pouca tecnologia ou então, com mal atendimento pós contrato.
Hoje, vamos lhe dar alguns questionamentos para que você possa validar se não esta comprando “gato por lebre”.
Questione seu fornecedor:
1 – Tem Mobile nativo? (layout responsivo NÃO tem usabilidade para mobilidade)
(  ) Sim  (  ) Não
2 – A nova Loja Virtual fará Redirect (redirecinamento) de URLs de todos os produtos e categorias da loja virtual antiga para a nova, mantendo o Rankeamento dos buscadores?
(  ) Sim  (  ) Não
3 – A fornecedora contratada lhe dá opção de criar e aplicar o layout de sua loja virtual?
(  ) Sim  (  ) Não
4 – O atendimento de primeiro nível (qualquer chamado que você precise fazer ao seu novo fornecedor) é com a fornecedora da Loja Virtual (agilizando assim a solução do problema)?
(  ) Sim  (  ) Não
5 – Seu contrato com a fornecedora da Loja Virtual é de um ano sem multa de rescisão caso não esteja satisfeito com a solução contratada?
(  ) Sim  (  ) Não
Se as opções foram os “Sim”, parabéns, você esta diante de um excelente fornecedor de Loja Virtual. Neste caso, peça para colocar estas questões acima em contrato, pois se diz que faz, não custa registrar, não é?
Agora, caso algumas destas respostas for “Não”, abra o olho, pois poderá ter sérios problemas em um futuro breve.
Explicação básica dos problemas conforme cada negativa:
- Mobilidade é o futuro que já está presente! Sua loja precisa fornecer uma solução nativa e layout responsivo NÃO é mobilidade. Layout responsivo foi criado para sites institucionais, pois o recurso responsivo é bastante limitado e é impossível criar um layout com usabilidade necessária para uma boa taxa de conversão no eCommerce. Você pode até tentar, mas não vai vender. Se nem isso seu fornecedor oferece, aí o problema aumenta, pois terá de contratar uma empresa terceira para fazer um novo software e terá de fazer várias integrações. Para finalizar e entender o drama, pior do que criar estas integrações será mantê-las a cada alteração da loja virtual.
- Tão importante quanto mudar de Loja Virtual é manter o rankeamento e links indexados nos buscadores (Google, Yahoo, Bing etc.). É imprescindível um software que interprete as URLs da antiga loja virtual para a nova. Caso não exista, cada vez que um cliente clicar numa URL indexada no Google, por exemplo, a loja retornará com a informação de que esta URL não existe mais e abrirá a home. Neste momento, o buscador reconhece que a URL não existe mais e todo o histórico dela é excluído. Existem vários cases de Lojas Virtuais que passaram por este desastre e viram suas vendas cair mais de 90%. Quer correr este risco?
- Existem fornecedoras que após vender a loja virtual, encaminham o cliente para uma empresa dita “parceira” e o valor da loja virtual começa a subir! Normalmente, como são duas empresas distintas (fornecedora da loja virtual e empresa que irá criar e aplicar o layout), esta etapa demora um bom tempo para ser concluída. O pior é que normalmente a fornecedora da loja virtual já lhe cobrará uma taxa mensal afirmando que ela fez a parte dela e que o cliente (no caso você), deve agilizar a aplicação do layout com a “parceira” contratada. Só quem passa por isso para entender o quão complicado (e cara) é esta fase.
- Já pensou a seguinte cena: assim que você identifica um problema em sua loja virtual, você tenta entrar em contato com o fornecedor e recebe a seguinte resposta: “Para atendimento de primeiro nível, você precisa contratar uma empresa “parceira””, e desliga o telefone! E aí? Aí começa a saga para conseguir resolver o seu problema. Além disso, você terá que pagar a mais (normalmente será mais uma conta mensal) para conseguir o atendimento. Ter vários fornecedores para a sustentação da loja virtual é algo complexo, traumático e caro. Fuja disso.
- Fornecedor que realmente considera ter a melhor solução para seus clientes não utiliza contrato para prendê-los (criando uma barreira de saída). Temos visto por aí contratos de pelo menos 3 (três) anos e com multas exorbitantes, como 65% do valor do contrato ao cancelar. É algo que deixa o cliente que já está extremamente insatisfeito, sem ter percebido isso no momento da assinatura, bastante “preso” ao fornecedor e o impossibilita de trocar por uma nova solução disponível no mercado. A dica neste caso, se o fornecedor realmente lhe quer como cliente e se garante, proponha o contrato de 1 (um) ano SEM multa rescisória em caso de cancelamento por insatisfação pelo trabalho prestado. Algo justo, não?
Se estiver trocando de loja virtual, utilize as dicas acima! Certamente poderá evitar algumas dores de cabeça.
Fonte: e-commercenews


Qual o seu momento?



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Aonde você quer chegar? Esta é uma das primeiras perguntas feitas por quem começa um novo negócio e costuma acompanhar o empreendedor ao longo de sua caminhada de desenvolvimento. Faz todo o sentido ter seu objetivo claro e revisitá-lo eventualmente fazendo os ajustes necessários, afinal, quem não sabe aonde quer chegar não consegue escolher o caminho a seguir.
Mas existe outra pergunta que também deve ser feita ao longo do desenvolvimento. Onde eu estou? Qual o meu momento hoje?
Existe ampla gama de serviços e fornecedores para as mais diversas situações e necessidades de seu site de comércio eletrônico.
As soluções ofertadas para uma mesma necessidade costumam variar em função dos seguintes aspectos: flexibilidade para se ajustar ao seu negócio, confiabilidade e estabilidade da solução, escalabilidade e por fim preço que é, em grande parte, consequência dos itens anteriores.
Tendo isto em mente deve-se recorrentemente questionar se as soluções atuais, com seu nível de serviço, atendem as suas necessidades de momento e, ainda mais importante, se elas são adequadas para o seu próximo passo no crescimento do negócio.
Para responder adequadamente a estes questionamentos é necessário se planejar, ter o pensamento à frente para antecipar futuras demandas e não ser surpreendido, tendo seu crescimento travado e perda de qualidade no atendimento ao cliente.
Alterações nas soluções de Ecommerce não são realizadas do dia para a noite, embora possa ser essa a percepção do consumidor que possui conhecimento apenas de uma pequena parcela de todo o processo e notará a mudança no momento da “virada”.
Ao contrário, por se tratar de um processo de mudança com o negócio em operação, toda a escolha e a implantação devem estar muito bem alinhadas dentro da empresa e também com os parceiros e fornecedores envolvidos que terão que rever processos, migrar dados, realizar integrações e testes de qualidade e, principalmente, capacitar pessoas para o uso correto da nova solução.
Além do conhecimento do seu negócio, participe de congressos, fóruns de discussão, presenciais ou não, leia conteúdo relevantes, troque experiências, busque o suporte de especialistas, ou seja, se informe sobre o ambiente em que está inserido – o Ecommerce. Conheça as soluções, novidades e tendências e com estas informações responda a pergunta “Qual o meu momento?” Mas lembre-se, não existe uma única resposta certa, deve-se buscar a que melhor se adequa a sua realidade.
Fonte: e-commercenews